Através
de cartas, fotografias e diários encontrados em casa dos Himmler,
Vanessa Lapa realiza um documentário biográfico que acompanha a vida do
homem que, depois de Hitler, mais poder teve durante o III Reich. "O
Homem Decente" revela a forma como se via a si mesmo, nas diversas
observações que fazia sobre a bondade de carácter, em total contradição
com as atrocidades que diariamente cometia contra os seus semelhantes.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016
O Homem Decente - Biografia de Heinrich Himmler
Heinrich Himmler nasceu a 7 de Outubro de 1900 em Munique,
Alemanha, numa família católica de classe média. Em 1919, um ano após o
fim da Primeira Grande Guerra, iniciou os estudos em Ciências Agrícolas.
Durante o tempo de estudante, foi membro activo de vários grupos de
cariz nacionalista. Em 1923, juntou-se ao Partido Nazi e, dois anos mais
tarde, às SS (organização paramilitar e policial do regime). Já em
1929, foi nomeado "Reichsfuhrer SS" (a patente mais alta da hierarquia).
Nos anos seguintes, no decurso da Segunda Grande Guerra, desenvolveu as
SS, tornando-se comandante militar. Seguindo ordens directas do próprio
Hitler, implementou os campos de concentração, onde vários milhões de
pessoas foram executadas. A partir de 1943, assumiu os cargos de Chefe
da Polícia Alemã e Ministro do Interior, supervisionando a política
interna e externa, assim como a Gestapo (polícia secreta do Estado).
Pouco antes do final da guerra, ao perceber que esta estava perdida,
tentou iniciar conversações de paz com os Aliados sem o conhecimento de
Hitler. Ao ser descoberto, foi destituído de todas as suas funções,
ficando com a cabeça a prémio. Tentou esconder-se, mas foi detido pelos
Aliados. A 23 de Maio de 1945, enquanto prisioneiro do exército
britânico, cometeu suicídio ao engolir uma cápsula de cianeto.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
THC - Caçando Hitler - Hunting Hitler Epis. 01 e 02
A História oficial reza que Adolf Hitler se suicidou em seu bunker em
Berlim, em 1945, depois de saber que a Alemanha tinha perdido a Guerra.
Seu corpo e o de Eva Braun foram queimados.
A série do History Channel “Hunting Hitler”contesta essa tese. Em oito episódios,
acompanhamos um grupo que investiga a possibilidade de o líder nazista
ter sobrevivido ao fim do conflito. Eles apostam que o ditador tenha
fugido, a exemplo do que fizeram outras figuras sinistras do Terceiro
Reich.
Tal teoria se baseia em documentos do FBI tornados públicos em 2014
pelo presidente Barack Obama. A papelada reúne anotações que apontariam
para a suspeita de que ele teria tomado um navio para a Argentina e
vivido na selva, numa região próxima ao Brasil. Um dos argumentos que
sustentam a suposição é o de que, na época, não havia teste de DNA.
Os corpos carbonizados poderiam portanto ser de outras pessoas. Sem
falar que na Berlim destruída e caótica daquele momento era
perfeitamente possível empreender uma fuga nas sombras. Hitler teria
escorregado, disfarçado, por uma rede subterrânea de túneis.
Episódio 01:
A equipe começa a investigação na pequena cidade agrícola de Charata, Argentina. Seguindo pistas incorporadas nos arquivos desclassificados a investigação revela uma escola que já foi parte do movimento juvenil nazista, bem como um proeminente nazista Carlos Buck, que viveu na área. Avançando as investigações eles também descobrem uma fenomenal instalação de armazenamento com características correspondentes a de um depósito militar. O FBI descobre os arquivos de Hitler sob uma misteriosa anomalia na propriedade de Carlos Buck.
Episódio 02
Na sequência da série um arquivo do FBI desclassificado que liga Charata as selvas de Misiones, Tim vasculha a localização de um composto nazista recentemente descoberto e autossuficiente na fronteira da Argentina, Brasil e Paraguai.
Lenny DePaul descobre em um banco de dados exclusivo de testemunhos oculares do círculo íntimo de Hitler e determina que, ao contrário da crença popular, não houve testemunhas oculares ou identificação positiva de suicídio do corpo de Hitler no bunker.
Lenny DePaul descobre em um banco de dados exclusivo de testemunhos oculares do círculo íntimo de Hitler e determina que, ao contrário da crença popular, não houve testemunhas oculares ou identificação positiva de suicídio do corpo de Hitler no bunker.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
Guerreiros imperialistas da Rússia
Tim
Whewell visita São Petersburgo e entrevista os nacionalistas e patriotas
russos autodenominados que são voluntários para se juntar à luta no
leste da Ucrânia. Ele se junta a um grupo de voluntários e com eles realizam treinamento militar, e viaja para a Ucrânia para ver como a força voluntária vai a luta e empregam suas táticas de guerra.
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sábado, 13 de fevereiro de 2016
Cartoons Go to War - Os Desenhos Vão à Guerra
Cartoons Go to War - Os Desenhos Vão à Guerra analisa o uso dos desenhos animados pelos
Estados Unidos durante a 2ª Guerra Mundial. As animações gráficas foram
utilizadas tanto para treinamento e instrução de tropas, como para
demonizar e ridicularizar o inimigo, ou ainda para "levantar o moral" em
casa, tentando mobilizar a população através da propaganda.
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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016
Biography - Eva Braun
Eva Braun foi a amante e depois esposa de Adolf Hitler. Eva Braun e Hitler se mataram em 30 de Abril de 1945, um dia depois de seu casamento, única alternativa antes de cair nas mãos de tropas inimigas.
Eva Braun nasceu em 6 de Fevereiro de 1912, em Munique, Alemanha, e passou a trabalhar como assistente na loja de Heinrich Hoffman, que era fotógrafo de Adolf Hitler. Ela se tornou a amante de Hitler e iria sofrer emocionalmente durante o relacionamento, a tentativa de cometer suicídio duas vezes, sempre permanecendo firme a Hitler. À medida que as forças nazistas caiam no final da II Guerra Mundial, os dois casaram em 29 de abril de 1945. No dia seguinte, os dois cometeram suicídio.
Eva Braun nasceu em 6 de Fevereiro de 1912, em Munique, Alemanha, e passou a trabalhar como assistente na loja de Heinrich Hoffman, que era fotógrafo de Adolf Hitler. Ela se tornou a amante de Hitler e iria sofrer emocionalmente durante o relacionamento, a tentativa de cometer suicídio duas vezes, sempre permanecendo firme a Hitler. À medida que as forças nazistas caiam no final da II Guerra Mundial, os dois casaram em 29 de abril de 1945. No dia seguinte, os dois cometeram suicídio.
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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016
Biography - Pedro O Grande
Nascido em Moscou, Rússia, em 09 de junho de 1672, Pedro, o Grande, era o czar da Rússia no final do século 17, ficou conhecido por suas extensas reformas em uma tentativa de estabelecer a Rússia como uma grande nação. Criou uma forte marinha, reorganizar o seu exército de acordo com os padrões ocidentais, escolas secularizadas, estabeleceu maior controle sobre a Igreja Ortodoxa reacionária, e introduziu novas divisões administrativas e territoriais do país.
Pedro era focado no desenvolvimento da ciência e recrutou vários especialistas para educar o seu povo sobre os avanços tecnológicos. Ele se concentrou no desenvolvimento do comércio e indústria e valorizou a criação de uma população burguesa. Se espelhava na cultura ocidental, modernizou o alfabeto russo, introduziu o calendário juliano, e estabeleceu o primeiro jornal russo.
Pedro era um diplomata perspicaz e hábil que aboliu a forma arcaica da Rússia no governo e nomeou um Senado viável, que regulava todos os ramos da administração, inovou nas realizações da política externa da Rússia.
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Le Silence de la Mer - O Silêncio do Mar
Com a tomada da Alemanha sobre a França, tio e sobrinha são obrigados à
hospedar um oficial alemão em sua residência. Como saída ao desconforto
da presença de um estranho em seu lar, passam a ignorá-lo. Não
intimidado pelo silêncio de ambos, o oficial frequenta a sala todas as
noites com o pretexto de aquecer-se. Fala sobre seu amor à França e à
arte, e acredita de forma inocente nos ideais nazistas. A inocência se
desfaz para o oficial, quando toma consciência da realidade crua da
guerra que defendia.
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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
THC - Patton 360 - Epis. 08 - General Obcecado
Diante
de um exército alemão bem entrincheirado, Patton corre contra seus
aliados britânicos para reivindicar a cidade vital de Messina. Mas em vez de uma recepção de herói, o general é demitido de seu comando por dar um tapa na cara de dois soldados.
Frustrado com a lentidão dos aliados britânicos, Patton ignora as ordens
para permanecer ao seu lado e segue em direção a Palermo, rendendo a
capital siciliana em 22 de julho.
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sexta-feira, 29 de janeiro de 2016
BBC - A Professora Que Dasafiou Hitler - The Teacher Who Defied Hitler
Um documentário BBC sobre a história emocionante de uma
professora desempregada que se atreveu a desafiar o ódio e o
totalitarismo de Hitler, protegendo centenas de crianças judias ao
conseguir construir um oásis no coração do inferno nazista.
1934, Berlim.
O partido nazista está em ascensão, praticando atos de extrema violência contra os judeus.
O antissemitismo tornou-se uma doutrina de estado e o racismo substituiu a educação, afetando profundamente os membros mais vulneráveis da comunidade judaica: as crianças.
Mas uma mulher atreveu-se a enfrentar o ódio e o regime totalitário de Hitler. A história de Leonore Goldschmidt, uma professora desempregada que descobriu uma falha na lei e abriu a Escola Goldschmidt, um santuário para centenas de jovens judeus, um oásis no coração do inferno.
O partido nazista está em ascensão, praticando atos de extrema violência contra os judeus.
O antissemitismo tornou-se uma doutrina de estado e o racismo substituiu a educação, afetando profundamente os membros mais vulneráveis da comunidade judaica: as crianças.
Mas uma mulher atreveu-se a enfrentar o ódio e o regime totalitário de Hitler. A história de Leonore Goldschmidt, uma professora desempregada que descobriu uma falha na lei e abriu a Escola Goldschmidt, um santuário para centenas de jovens judeus, um oásis no coração do inferno.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2016
We Dive At Down - Mergulhamos ao Amanhecer
Durante a II
Guerra Mundial, o submarino inglês Sea Tiger atraca num porto naval.
Sete dias de licença são concedidos mas, pouco depois, a tripulação é
chamada ao submarino, sendo-lhe dadas ordens para perseguir e afundar o
navio de guerra nazi Brandenburg.
Depois de fazer alguns prisioneiros no Mar do Norte, o submarino avista-o e dispara os seus torpedos. As condições atmosféricas impedem a tripulação de saber se foram ou não bem sucedidos. Conseguem iludir contra-torpedeiros alemães, mas ficam sem combustível perto da costa da Dinamarca. Um dos elementos da tripulação, que fala alemão, é enviado a terra, com o uniforme de um dos prisioneiros, para fazer o reconhecimento. Este elemento descobre um navio-cisterna dinamarquês atracado no cais e faz sinal ao Sea Tiger para se aproximar da costa. Os nazis descobrem o submarino quando este está a meter combustível, mas com a ajuda dos patriotas dinamarqueses, o Sea Tiger consegue submergir e dirigir-se a salvo para um porto inglês.
Depois de fazer alguns prisioneiros no Mar do Norte, o submarino avista-o e dispara os seus torpedos. As condições atmosféricas impedem a tripulação de saber se foram ou não bem sucedidos. Conseguem iludir contra-torpedeiros alemães, mas ficam sem combustível perto da costa da Dinamarca. Um dos elementos da tripulação, que fala alemão, é enviado a terra, com o uniforme de um dos prisioneiros, para fazer o reconhecimento. Este elemento descobre um navio-cisterna dinamarquês atracado no cais e faz sinal ao Sea Tiger para se aproximar da costa. Os nazis descobrem o submarino quando este está a meter combustível, mas com a ajuda dos patriotas dinamarqueses, o Sea Tiger consegue submergir e dirigir-se a salvo para um porto inglês.
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sexta-feira, 15 de janeiro de 2016
BBC - Frederico, o Grande e o Enigma da Prússia
O rei prussiano Frederico, o Grande foi um dos maiores guerreiros e
líderes na história da Europa moderna, alcançou a grandeza através da
Guerra dos Sete Anos (1756-1763), foi louvado como filósofo e cultuado
como ''Príncipe do Iluminismo". No entanto, a reputação tanto de
Frederico II quanto da sua Prússia foram manchadas pela associação com o
regime nazista de Hitler. O historiador Christopher Clark reexamina a
vida e as realizações de um dos líderes mais pitorescos e controversos
da Alemanha.
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sexta-feira, 18 de dezembro de 2015
Crianças em Risco - Familias Alemãs nos Campos Americanos - Children of Internment
Milhares de famílias alemãs foram internadas pelos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial. Elas foram levadas de suas casas e escolas, sem o "devido processo" e presas em campos de detenção em todo os Estados Unidos e América Latina. "As crianças de Internação 'conta uma história fascinante usando entrevistas ao vivo com os que foram internados, fotografias de família e imagens históricas. Revela os problemas que enfrentamos hoje a respeito do medo e do ódio de imigrantes que estão conosco há muito tempo. Privados da liberdade, sem processo legal e habeas corpus de direitos, com a desculpa de que isso é vital para a segurança nacional, eram um problema, e continuam a ser um problema hoje.
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Maximilian Kolbe
Sinopse: Julho de 1941. Maximiliano Kolbe é um
sacerdote católico polonês preso no campo de concentração nazista de
Auschwitz. Ele dá a sua vida por outro prisioneiro, um homem de família
inocente condenado à morte por inanição em represália por uma fuga. O
filme conta a história através dos olhos de Kolbe, que fugindo do campo,
levou à punição dos nazistas, sacrificando sua vida que terminou o
monge franciscano. O Papa Paulo VI beatificou Kolbe em 1971 e em 1982,
João Paulo II canonizou-o como São Maximiliano Kolbe.
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terça-feira, 15 de dezembro de 2015
Nos Campos do Holocausto - Lola Anglister
Com realização da
Medialand, “Nos Campos do Holocausto” é um programa produzido para
marcar os 70 anos de fim da segunda guerra. “Não dá para dizer que é uma
comemoração, já que não há nada a comemorar. Criamos a série para
relembrar que já faz – e só faz – 7 décadas que o mundo conviveu lado a
lado com o pior do ser humano. E também é um registro histórico das
vítimas que ainda estão vivas, permitindo que elas contem tudo o que
passaram”, explica Beto Ribeiro, criador, roteirista e produtor
executivo da série.
“Nos Campos do Holocausto” não tem a
intenção imediata em explicar academicamente a segunda guerra, mas acaba
ajudando a entender como foi a dinâmica entre os Aliados e o Eixo do
Mal, liderado pela Alemanha. “Com a série, a gente percebe que é
possível entender toda a segunda guerra através de cada relato, mesmo
sendo extremamente pessoal e único. Afinal, todas as vítimas do
Holocausto viviam o mesmo terror, e acabavam sendo direcionadas para uma
mesma trajetória: a do extermínio pela intolerância racial e
religiosa”, afirma Carla Albuquerque, produtora executiva e diretora
geral da Medialand.
Cada episódio traz um novo sobrevivente
relembrando suas três vidas: antes, durante e depois do Holocausto.
“Muita gente acha que só existiram campos de concentração”, explica
Beto. “Por isso, para esta primeira temporada, nos preocupamos em gravar
com diferentes personagens que mostrem que a forma de sobrevivência
mudava de acordo com o lugar onde os prisioneiros estavam. Temos
sobreviventes de guetos, campos de concentração, campos de extermínio,
judeus que viveram escondidos de casa em casa ou até no meio da
floresta, esperando o fim da guerra”. “Também mostramos objetos pessoais
que alguns sobreviventes conseguiram trazer da Europa, como pijamas,
estrelas de David, fotos da família que muitos nunca mais viram”, revela
Carla.
Episódio 07 - Lola Anglister
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quinta-feira, 10 de dezembro de 2015
Nos Campos do Holocausto - Rita Braun
Com realização da
Medialand, “Nos Campos do Holocausto” é um programa produzido para
marcar os 70 anos de fim da segunda guerra. “Não dá para dizer que é uma
comemoração, já que não há nada a comemorar. Criamos a série para
relembrar que já faz – e só faz – 7 décadas que o mundo conviveu lado a
lado com o pior do ser humano. E também é um registro histórico das
vítimas que ainda estão vivas, permitindo que elas contem tudo o que
passaram”, explica Beto Ribeiro, criador, roteirista e produtor
executivo da série.
“Nos Campos do Holocausto” não tem a
intenção imediata em explicar academicamente a segunda guerra, mas acaba
ajudando a entender como foi a dinâmica entre os Aliados e o Eixo do
Mal, liderado pela Alemanha. “Com a série, a gente percebe que é
possível entender toda a segunda guerra através de cada relato, mesmo
sendo extremamente pessoal e único. Afinal, todas as vítimas do
Holocausto viviam o mesmo terror, e acabavam sendo direcionadas para uma
mesma trajetória: a do extermínio pela intolerância racial e
religiosa”, afirma Carla Albuquerque, produtora executiva e diretora
geral da Medialand.
Cada episódio traz um novo sobrevivente
relembrando suas três vidas: antes, durante e depois do Holocausto.
“Muita gente acha que só existiram campos de concentração”, explica
Beto. “Por isso, para esta primeira temporada, nos preocupamos em gravar
com diferentes personagens que mostrem que a forma de sobrevivência
mudava de acordo com o lugar onde os prisioneiros estavam. Temos
sobreviventes de guetos, campos de concentração, campos de extermínio,
judeus que viveram escondidos de casa em casa ou até no meio da
floresta, esperando o fim da guerra”. “Também mostramos objetos pessoais
que alguns sobreviventes conseguiram trazer da Europa, como pijamas,
estrelas de David, fotos da família que muitos nunca mais viram”, revela
Carla.
Episódio 06 - Rita Braun
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Episódio 06 - Rita Braun
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Nos Campos do Holocausto - Miriam Brik
Com realização da
Medialand, “Nos Campos do Holocausto” é um programa produzido para
marcar os 70 anos de fim da segunda guerra. “Não dá para dizer que é uma
comemoração, já que não há nada a comemorar. Criamos a série para
relembrar que já faz – e só faz – 7 décadas que o mundo conviveu lado a
lado com o pior do ser humano. E também é um registro histórico das
vítimas que ainda estão vivas, permitindo que elas contem tudo o que
passaram”, explica Beto Ribeiro, criador, roteirista e produtor
executivo da série.
“Nos Campos do Holocausto” não tem a
intenção imediata em explicar academicamente a segunda guerra, mas acaba
ajudando a entender como foi a dinâmica entre os Aliados e o Eixo do
Mal, liderado pela Alemanha. “Com a série, a gente percebe que é
possível entender toda a segunda guerra através de cada relato, mesmo
sendo extremamente pessoal e único. Afinal, todas as vítimas do
Holocausto viviam o mesmo terror, e acabavam sendo direcionadas para uma
mesma trajetória: a do extermínio pela intolerância racial e
religiosa”, afirma Carla Albuquerque, produtora executiva e diretora
geral da Medialand.
Cada episódio traz um novo sobrevivente
relembrando suas três vidas: antes, durante e depois do Holocausto.
“Muita gente acha que só existiram campos de concentração”, explica
Beto. “Por isso, para esta primeira temporada, nos preocupamos em gravar
com diferentes personagens que mostrem que a forma de sobrevivência
mudava de acordo com o lugar onde os prisioneiros estavam. Temos
sobreviventes de guetos, campos de concentração, campos de extermínio,
judeus que viveram escondidos de casa em casa ou até no meio da
floresta, esperando o fim da guerra”. “Também mostramos objetos pessoais
que alguns sobreviventes conseguiram trazer da Europa, como pijamas,
estrelas de David, fotos da família que muitos nunca mais viram”, revela
Carla.
Episódio 05 - Miriam Brik
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quarta-feira, 9 de dezembro de 2015
Nos Campos do Holocausto - Kiwa Kozuchowicz
Com realização da
Medialand, “Nos Campos do Holocausto” é um programa produzido para
marcar os 70 anos de fim da segunda guerra. “Não dá para dizer que é uma
comemoração, já que não há nada a comemorar. Criamos a série para
relembrar que já faz – e só faz – 7 décadas que o mundo conviveu lado a
lado com o pior do ser humano. E também é um registro histórico das
vítimas que ainda estão vivas, permitindo que elas contem tudo o que
passaram”, explica Beto Ribeiro, criador, roteirista e produtor
executivo da série.
“Nos Campos do Holocausto” não tem a
intenção imediata em explicar academicamente a segunda guerra, mas acaba
ajudando a entender como foi a dinâmica entre os Aliados e o Eixo do
Mal, liderado pela Alemanha. “Com a série, a gente percebe que é
possível entender toda a segunda guerra através de cada relato, mesmo
sendo extremamente pessoal e único. Afinal, todas as vítimas do
Holocausto viviam o mesmo terror, e acabavam sendo direcionadas para uma
mesma trajetória: a do extermínio pela intolerância racial e
religiosa”, afirma Carla Albuquerque, produtora executiva e diretora
geral da Medialand.
Cada episódio traz um novo sobrevivente
relembrando suas três vidas: antes, durante e depois do Holocausto.
“Muita gente acha que só existiram campos de concentração”, explica
Beto. “Por isso, para esta primeira temporada, nos preocupamos em gravar
com diferentes personagens que mostrem que a forma de sobrevivência
mudava de acordo com o lugar onde os prisioneiros estavam. Temos
sobreviventes de guetos, campos de concentração, campos de extermínio,
judeus que viveram escondidos de casa em casa ou até no meio da
floresta, esperando o fim da guerra”. “Também mostramos objetos pessoais
que alguns sobreviventes conseguiram trazer da Europa, como pijamas,
estrelas de David, fotos da família que muitos nunca mais viram”, revela
Carla.
Episódio 04 - Kiwa Kozuchowicz
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Episódio 04 - Kiwa Kozuchowicz
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Resto do Post
Nos Campos do Holocausto - Ernesto Strauss
Com realização da
Medialand, “Nos Campos do Holocausto” é um programa produzido para
marcar os 70 anos de fim da segunda guerra. “Não dá para dizer que é uma
comemoração, já que não há nada a comemorar. Criamos a série para
relembrar que já faz – e só faz – 7 décadas que o mundo conviveu lado a
lado com o pior do ser humano. E também é um registro histórico das
vítimas que ainda estão vivas, permitindo que elas contem tudo o que
passaram”, explica Beto Ribeiro, criador, roteirista e produtor
executivo da série.
“Nos Campos do Holocausto” não tem a
intenção imediata em explicar academicamente a segunda guerra, mas acaba
ajudando a entender como foi a dinâmica entre os Aliados e o Eixo do
Mal, liderado pela Alemanha. “Com a série, a gente percebe que é
possível entender toda a segunda guerra através de cada relato, mesmo
sendo extremamente pessoal e único. Afinal, todas as vítimas do
Holocausto viviam o mesmo terror, e acabavam sendo direcionadas para uma
mesma trajetória: a do extermínio pela intolerância racial e
religiosa”, afirma Carla Albuquerque, produtora executiva e diretora
geral da Medialand.
Cada episódio traz um novo sobrevivente
relembrando suas três vidas: antes, durante e depois do Holocausto.
“Muita gente acha que só existiram campos de concentração”, explica
Beto. “Por isso, para esta primeira temporada, nos preocupamos em gravar
com diferentes personagens que mostrem que a forma de sobrevivência
mudava de acordo com o lugar onde os prisioneiros estavam. Temos
sobreviventes de guetos, campos de concentração, campos de extermínio,
judeus que viveram escondidos de casa em casa ou até no meio da
floresta, esperando o fim da guerra”. “Também mostramos objetos pessoais
que alguns sobreviventes conseguiram trazer da Europa, como pijamas,
estrelas de David, fotos da família que muitos nunca mais viram”, revela
Carla.
Episódio 03 - Ernesto Strauss
Resto do Post
terça-feira, 8 de dezembro de 2015
Nos Campos do Holocausto - Hana Jurika
Com realização da
Medialand, “Nos Campos do Holocausto” é um programa produzido para
marcar os 70 anos de fim da segunda guerra. “Não dá para dizer que é uma
comemoração, já que não há nada a comemorar. Criamos a série para
relembrar que já faz – e só faz – 7 décadas que o mundo conviveu lado a
lado com o pior do ser humano. E também é um registro histórico das
vítimas que ainda estão vivas, permitindo que elas contem tudo o que
passaram”, explica Beto Ribeiro, criador, roteirista e produtor
executivo da série.
“Nos Campos do Holocausto” não tem a intenção imediata em explicar academicamente a segunda guerra, mas acaba ajudando a entender como foi a dinâmica entre os Aliados e o Eixo do Mal, liderado pela Alemanha. “Com a série, a gente percebe que é possível entender toda a segunda guerra através de cada relato, mesmo sendo extremamente pessoal e único. Afinal, todas as vítimas do Holocausto viviam o mesmo terror, e acabavam sendo direcionadas para uma mesma trajetória: a do extermínio pela intolerância racial e religiosa”, afirma Carla Albuquerque, produtora executiva e diretora geral da Medialand.
Cada episódio traz um novo sobrevivente relembrando suas três vidas: antes, durante e depois do Holocausto. “Muita gente acha que só existiram campos de concentração”, explica Beto. “Por isso, para esta primeira temporada, nos preocupamos em gravar com diferentes personagens que mostrem que a forma de sobrevivência mudava de acordo com o lugar onde os prisioneiros estavam. Temos sobreviventes de guetos, campos de concentração, campos de extermínio, judeus que viveram escondidos de casa em casa ou até no meio da floresta, esperando o fim da guerra”. “Também mostramos objetos pessoais que alguns sobreviventes conseguiram trazer da Europa, como pijamas, estrelas de David, fotos da família que muitos nunca mais viram”, revela Carla.
Episódio 02 - Hana Jurika
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“Nos Campos do Holocausto” não tem a intenção imediata em explicar academicamente a segunda guerra, mas acaba ajudando a entender como foi a dinâmica entre os Aliados e o Eixo do Mal, liderado pela Alemanha. “Com a série, a gente percebe que é possível entender toda a segunda guerra através de cada relato, mesmo sendo extremamente pessoal e único. Afinal, todas as vítimas do Holocausto viviam o mesmo terror, e acabavam sendo direcionadas para uma mesma trajetória: a do extermínio pela intolerância racial e religiosa”, afirma Carla Albuquerque, produtora executiva e diretora geral da Medialand.
Cada episódio traz um novo sobrevivente relembrando suas três vidas: antes, durante e depois do Holocausto. “Muita gente acha que só existiram campos de concentração”, explica Beto. “Por isso, para esta primeira temporada, nos preocupamos em gravar com diferentes personagens que mostrem que a forma de sobrevivência mudava de acordo com o lugar onde os prisioneiros estavam. Temos sobreviventes de guetos, campos de concentração, campos de extermínio, judeus que viveram escondidos de casa em casa ou até no meio da floresta, esperando o fim da guerra”. “Também mostramos objetos pessoais que alguns sobreviventes conseguiram trazer da Europa, como pijamas, estrelas de David, fotos da família que muitos nunca mais viram”, revela Carla.
Episódio 02 - Hana Jurika
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Resto do Post
Nos Campos do Holocausto - Michel Dymetman
Com realização da
Medialand, “Nos Campos do Holocausto” é um programa produzido para
marcar os 70 anos de fim da segunda guerra. “Não dá para dizer que é uma
comemoração, já que não há nada a comemorar. Criamos a série para
relembrar que já faz – e só faz – 7 décadas que o mundo conviveu lado a
lado com o pior do ser humano. E também é um registro histórico das
vítimas que ainda estão vivas, permitindo que elas contem tudo o que
passaram”, explica Beto Ribeiro, criador, roteirista e produtor
executivo da série.
“Nos Campos do Holocausto” não tem a intenção imediata em explicar academicamente a segunda guerra, mas acaba ajudando a entender como foi a dinâmica entre os Aliados e o Eixo do Mal, liderado pela Alemanha. “Com a série, a gente percebe que é possível entender toda a segunda guerra através de cada relato, mesmo sendo extremamente pessoal e único. Afinal, todas as vítimas do Holocausto viviam o mesmo terror, e acabavam sendo direcionadas para uma mesma trajetória: a do extermínio pela intolerância racial e religiosa”, afirma Carla Albuquerque, produtora executiva e diretora geral da Medialand.
Cada episódio traz um novo sobrevivente relembrando suas três vidas: antes, durante e depois do Holocausto. “Muita gente acha que só existiram campos de concentração”, explica Beto. “Por isso, para esta primeira temporada, nos preocupamos em gravar com diferentes personagens que mostrem que a forma de sobrevivência mudava de acordo com o lugar onde os prisioneiros estavam. Temos sobreviventes de guetos, campos de concentração, campos de extermínio, judeus que viveram escondidos de casa em casa ou até no meio da floresta, esperando o fim da guerra”. “Também mostramos objetos pessoais que alguns sobreviventes conseguiram trazer da Europa, como pijamas, estrelas de David, fotos da família que muitos nunca mais viram”, revela Carla.
“Nos Campos do Holocausto” não tem a intenção imediata em explicar academicamente a segunda guerra, mas acaba ajudando a entender como foi a dinâmica entre os Aliados e o Eixo do Mal, liderado pela Alemanha. “Com a série, a gente percebe que é possível entender toda a segunda guerra através de cada relato, mesmo sendo extremamente pessoal e único. Afinal, todas as vítimas do Holocausto viviam o mesmo terror, e acabavam sendo direcionadas para uma mesma trajetória: a do extermínio pela intolerância racial e religiosa”, afirma Carla Albuquerque, produtora executiva e diretora geral da Medialand.
Cada episódio traz um novo sobrevivente relembrando suas três vidas: antes, durante e depois do Holocausto. “Muita gente acha que só existiram campos de concentração”, explica Beto. “Por isso, para esta primeira temporada, nos preocupamos em gravar com diferentes personagens que mostrem que a forma de sobrevivência mudava de acordo com o lugar onde os prisioneiros estavam. Temos sobreviventes de guetos, campos de concentração, campos de extermínio, judeus que viveram escondidos de casa em casa ou até no meio da floresta, esperando o fim da guerra”. “Também mostramos objetos pessoais que alguns sobreviventes conseguiram trazer da Europa, como pijamas, estrelas de David, fotos da família que muitos nunca mais viram”, revela Carla.
Episódio 01 - Michel Dymetman
Resto do Post
segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
CNN - Cold War - Guerra Fria - Epis. 10 ao 23
A
CNN produziu esta série premiada que examina as cinco décadas de
história e a cristalização de um esforço maciço de três anos liderado
pelo produtor executivo Jeremy Isaacs (The World at War). Sua equipe de
produção produziu mais de 1.000 horas de filmagens originais e rastreou
1.500 horas de materiais e filmes de arquivo, incluindo arquivos
históricos importantes - e muitas vezes emocionalmente impressionante -
imagens, muitos nunca vistas antes por telespectadores internacionais. A
equipe viajou para 31 países e realizou mais de 500 entrevistas, muitas
com os principais intervenientes da época, que raramente aparecem
diante das câmeras. Idealizado pelo fundador da CNN Ted Turner, este
extraordinário documentário de 24 episódios emerge como um registro
audiovisual definitivo desta época tumultuada da história mundial.
Episódios 10 ao 23:
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quinta-feira, 3 de dezembro de 2015
Danger Within - Breakout - O Último Delator 1959 Download
Sinopse: Em um campo de concentração durante a Segunda Guerra Mundial,
um grupo de soldados britânicos, tem seu plano de fuga frustrado por um
delator misterioso infiltrado entre eles.
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terça-feira, 1 de dezembro de 2015
THC - Patton 360 - Epis. 07 - Liderando o Ataque
Em 1º de agosto, o 3º exército de Patton finalmente entra em ação. As forças blindadas de Patton atravessam o Leste da França a toda a velocidade, se movendo mais rápido, tomam mais territórios e matam mais inimigos do que qualquer outro exército na história.
No cerco de Falaise, Patton fica às portas de uma vitória absoluta quando seus superiores o mandam parar um pouco antes de pegar o Exército alemão. Mas Patton em breve voltar em tempo recorde do percurso no leste da França. O 3º Exército Americano chegou aos arredores de Paris antes de 23 de agosto. Mas Patton é negado a glória de libertar a cidade, uma vez que os aliados decidem que serão as forças da França Livre as primeiras a entrar na cidade. Em Troyes, do outro lado do Sena, os homens de Patton estão envolvidos em brigas de rua e no final de agosto estão a aproximadamente 96 quilômetros da fronteira com a Alemanha.
No cerco de Falaise, Patton fica às portas de uma vitória absoluta quando seus superiores o mandam parar um pouco antes de pegar o Exército alemão. Mas Patton em breve voltar em tempo recorde do percurso no leste da França. O 3º Exército Americano chegou aos arredores de Paris antes de 23 de agosto. Mas Patton é negado a glória de libertar a cidade, uma vez que os aliados decidem que serão as forças da França Livre as primeiras a entrar na cidade. Em Troyes, do outro lado do Sena, os homens de Patton estão envolvidos em brigas de rua e no final de agosto estão a aproximadamente 96 quilômetros da fronteira com a Alemanha.
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quinta-feira, 26 de novembro de 2015
THC - Patton 360 - Epis. 06 - Blitzkrieg Americana
Em breve, as vitórias de Patton na Sicília serão ofuscadas pelo episódio infame ende ele bate em dois
soldados que sofrem de stress. No Dia-D, em vez de liderar a invasão da França, Patton é responsável pelo comando fictício de um exército na Inglaterra. Esta manobra é parte de uma estratégia para enganar os alemães. A armadilha produz o efeito desejado, e em 06 de junho de 1944 os aliados desembarcam nas praias da Normandia. Depois de um impasse de várias semanas, o General Patton ajuda a organizar a Operação Cobra, a implantação de várias cabeça de ponte na Normandia. Bombardeiros aliados pavimentam o caminho para as forças armadas dos Estados Unidos com um maciço bombardeio de saturação através do qual os americanos conseguem penetrar as linhas alemãs. Patton consegue finalmente fazer os ataques blindados fulminantes que haviam lhe dado tanta fama.
soldados que sofrem de stress. No Dia-D, em vez de liderar a invasão da França, Patton é responsável pelo comando fictício de um exército na Inglaterra. Esta manobra é parte de uma estratégia para enganar os alemães. A armadilha produz o efeito desejado, e em 06 de junho de 1944 os aliados desembarcam nas praias da Normandia. Depois de um impasse de várias semanas, o General Patton ajuda a organizar a Operação Cobra, a implantação de várias cabeça de ponte na Normandia. Bombardeiros aliados pavimentam o caminho para as forças armadas dos Estados Unidos com um maciço bombardeio de saturação através do qual os americanos conseguem penetrar as linhas alemãs. Patton consegue finalmente fazer os ataques blindados fulminantes que haviam lhe dado tanta fama.
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segunda-feira, 23 de novembro de 2015
CNN - Cold War - Guerra Fria - Epis. 08 e 09
A
CNN produziu esta série premiada que examina as cinco décadas de
história e a cristalização de um esforço maciço de três anos liderado
pelo produtor executivo Jeremy Isaacs (The World at War). Sua equipe de
produção produziu mais de 1.000 horas de filmagens originais e rastreou
1.500 horas de materiais e filmes de arquivo, incluindo arquivos
históricos importantes - e muitas vezes emocionalmente impressionante -
imagens, muitos nunca vistas antes por telespectadores internacionais. A
equipe viajou para 31 países e realizou mais de 500 entrevistas, muitas
com os principais intervenientes da época, que raramente aparecem
diante das câmeras. Idealizado pelo fundador da CNN Ted Turner, este
extraordinário documentário de 24 episódios emerge como um registro
audiovisual definitivo desta época tumultuada da história mundial.
Episódio 08 - Sputnik
Episódio 09 - O Muro de Berlim
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